Doutor JuNiOr, o blog, continua em stand by até segunda ordem. O “doutor” de carne e osso, vulgo eu, por sua vez segue em “período sabático” - só pra citar a expressão que virou moda depois que Gloria Maria entrou na geladeira da Globo.
Desde que tranquei a facu, tenho me dedicado ao ócio, lido livros, visto filmes e, confesso, assistido muuuuita televisão, que eu não sou nenhum marajá.
E, por falar em televisão, o que foi essa oitava edição do BBB!? Como todo mundo eu adoro falar mal do Big Brother, mas é só ouvir os primeiros acordes daquela música cafonérrima que o Paulo Ricardo fez para o programa que não consigo mais desgrudar os olhos da telinha.
Boninho se superou dessa vez, não por inovar o formato que (finalmente) começa a dar sinais de cansaço, mas ao optar por reeditar tipos já consagrados pela atração: o caipira ishperrrto, a(s) gostosona(s) de cabeça vazia, o pitboy que se orgulha de nunca ter lido um livro, o gay bem sucedido, enfim, todos os estereótipos já explorados em outras edições estavam lá. E, como não poderia deixar de ser, o resultado foi catastrófico: mais do mesmo. Ponto para a concorrência!
Felizmente o filho do ex-todo-poderoso da Rede Globo, que adorava jogar ovos na cabeça de prostitutas quando adolescente, se deu conta da grande bobagem que havia cometido e passou a bombardear os participantes com toda idéia mirabolante que lhe viesse à cabeça: e tome big fone, paredão triplo, a resistência física e mental levada ao limite e estava garantida a diversão!
Durante os três últimos meses ninguém falou em outra coisa, o campineiro Rafinha levou a bolada de um milhão, todo mundo se apressou em dizer que já sabia (sei, sei) e agora que acabou podemos retomar nossa rotina. Que venha o BBB9!